10 Considerações Políticas sobre os Analectos de Confúcio

          Nos dias de hoje há um imenso esforço social em proclamar a democracia como a melhor forma de governo. Idealiza-se a democracia como se esta fosse o zênite da realização humana. Sua falta ou escassez é alardeada como crime capital.           No outro extremo e em outros tempos, em Platão, o delegar do poder político ao povo era um disparate total, pois... Continuar Lendo →

Os Yoga Sutras de Patanjali – Tradução Narrativa

Introdução: Proposta diacrônica de leitura dos Yoga Sutras           Desde os primórdios da cultura Védica, no Rigveda, os quatro objetivos da vida Hindu são: Artha - busca por sucesso material, Kama - busca por sucesso no Amor, Dharma - cumprimento das leis e Moksha - libertação ou redenção espiritual. Os Yoga Sutras de Patanjali, ao... Continuar Lendo →

Mestre de si mesmo

Não se lembra? Quantas vezes falamos sobre isso? E por quantas vidas sabemos de verdades cruciais? Nós que lemos os Gênesis aos pés de tantas crianças, Que recitamos Shakespeare em belos teatros mentais, Que clamamos às linhas de frente de tantas revoluções! Essas letras que escreveram-se tantas vezes! Essa história recontada, conto de fadas erótico!... Continuar Lendo →

Lua Azul

Aqui, de frente às águas tuas, ó Mãe das esperanças cruas, ó Luz a percorrer os sorrisos, um farol da praia do céu a guiar os destinos. Seu ciclo épico permanente, a outra metade da face oculta, símbolo da saudade da gente, de onde o marulho das ondas oriunda. Solta as rédeas dos sentidos, conduz cada... Continuar Lendo →

Seu Alfredo: o Mitólogo de Bermuda

Nadava crawl no Ganges profundo, submerso no caos inconsciente, um mito que jorra por segundo, arrebata o coração da gente. É a história de Teseu e Ariadne, a desvelar os frágeis novelos, É o futuro imerso na Saudade, o fio tênue de tantos elos. O substrato imemorial, do Ser, do Velho e do Amor, a... Continuar Lendo →

A minha Índia

Debaixo daquela araucária, canta o fogo-apagou às vezes és de onde venho, às vezes para onde vou Dança o filete de grama, implora um riso, um amor Inundado de certezas, não há resquícios de dor Debaixo daquela araucária, canta o fogo-apagou Convoca um novo tipo de sonho, o teu já voou Transmuta-te indígena, transmuta-te de... Continuar Lendo →

Brevíssima Ode a Sebastião Salgado

Se os olhos de Sebastião piscaram diante das carências e sucessos, das vivências e dos excessos? Com certeza visitaram o celeiro das contradições a brotar do peito e que, tecnicamente capturadas, eternizam-se (estátua de mármore encarnada).  Sua obra coleciona várias das rasuras no grande texto da História do Século XX, porém defende com todo o custo uma fagulha de... Continuar Lendo →

Há certa prosperidade por aqui

Nesse canteiro híbrido de terra e ar é possível sentir a aura viva a cantar Um soneto desce querendo entreter letras chorosas tentando condizer As mágoas não ultrapassam essa montanha fria aqui, nesse lago fundo, há um lampejo de alegria O gênio ronda, a paz impera bem no centro da atmosfera De tardinha tornamo-nos águia... Continuar Lendo →

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