Ioguiraj Sri Sri Lahiri Mahasaya e seus 108 Conselhos

lahiriyoung

O Jovem Sri Shyama Charan Lahiri

A estabilidade de Lahiri Mahasaya na vida biológica iniciou-se no sétimo dia de Apar paksa, ou Quinzena Adicional, ou a Pitri paksa, a Quinzena Paternal do círculo lunar de 1221 Bangabda (Ano de Bengala) ao oitavo dia de Matri paksa, a Quinzena Maternal de 1288 Bangabda.

De acordo com o calendário Inglês, de Setembro de 1828, até Outubro, de 1895.

Ele escolheu especialmente a hora extremamente sagrada de Mahasandhiskan, o grande período de união, para deixar seu corpo.

Essa é a maneira que os praticantes originais de Kriya selecionam o nascimento de Lahiri Mahasaya e o deixar de seu corpo.

Em seu diário encontra-se uma entrada que se inicia: “Data de nascimento não conhecida exatamente.” De acordo com a tradição familiar, o longo documento em pergaminho de seu thikuji, o nascimento e o histórico de vida, foi destruído depois dele deixar seu corpo. Como resultado, foi difícil certificar sua data de nascimento. Entretanto, seu único neto bacharel entre oito netos, Ananda Mohan Lahiri, depois de realizar uma meticulosa pesquisa nos documentos da família, chegou à conclusão que o nascimento de seu avô se deu no sétimo dia de Apar paksa, na Quinzena Adicional, ou Pitri Paksa, a Quinzena Paternal do círculo lunar de 1221 Bangabda. Desde então, os praticantes originais de Kriya aceitam esse dia e observam seu nascimento de acordo com essa data. A data que ele deixou seu corpo é certa: o oitavo dia de Matri paksa, chamado Mahastami ou dia Birastami.

Deve ser mencionado aqui que algumas pessoas observam sua data de nascimento de acordo com o calendário Inglês, no dia 28 de Setembro do ano de 1828. Porém, de acordo com o calendário Védico em Sânscrito, como indicado acima, a Pitri paksa, ou Quinzena Paternal, e Matri Paksa, a Quinzena Maternal, variam de acordo com o tempo. Como resultado, a data de nascimento de Lahiri Mahasaya e a data que ele deixou seu corpo em Mahasamadhi também variam.

Também há 13 horas e meia de diferença da Índia, em relação aos Estados Unidos. Se um praticante Kriyanwit (masculino) / Kriyanwita (feminino)  de Kriya quiser observar esse dia de acordo com o horário da Índia, ele/ela deve ajustar a hora.

O Divino Gurudeva de Lahiri Mahasaya, Mahamuni Babaji, permanece enigmático. Não é possível assegurar nenhuma informação de seu nascimento. Ele não nos deu nenhuma foto de si mesmo. Não há fotos dele, apesar de alguns devotos imaginarem ter sua figura ou foto. Não há barreiras para uma pessoa devota imaginar isso; entretanto, é necessário compreender que a imaginação é subjetiva, não é real num sentido objetivo, e não é autêntica para os outros.

De acordo com a informação que o Swami Satyeswarananda Giri Babaji Maharaj obteve enquanto vivia com Mahamuni Babaji nas Colinas Dunagiri, Himalaia, a pedido de Lahiri Mahasaya, Mahamuni Babaji Maharaj permitiu que Lahiri Mahasaya desse a sua foto para um discípulo seu, Gangadhar Babu; é por isso que temos uma foto de Lahiri Mahasaya.

Reproduzida aqui está a única foto que temos de Lahiri Mahasaya, em branco e preto (original).

LMAutograph

Sri Samacharan Devsarman

Uma vez Lahiri Mahasaya comentou a um devoto sobre sua foto, “Se você acredita que é o Bhagavan (o Senhor) então ela será, se você não acreditar nisso, então ela será apenas uma foto.”

O mistério por detrás desse comentário está no fato que Babaji deu a permissão a Lahiri Mahasaya porque este o pediu; e, através dessa permissão, Babaji também deu a sua própria foto ao mundo. Como Babaji estava em unidade com Lahiri Mahasaya, Babaji deu sua foto através de Lahiri Mahasaya.

108 Conselhos

A essência dos ensinamentos de Lahiri Mahasaya da Kriya Original podem ser resumidos nos seguintes 108 Conselhos

  1. Kriya é Verdade, o resto é falso.
  2. Praticar Kriya é o estudo dos Vedas, Kriya é jagya [a performance dos rituais Védicos]. Todos devem praticar esse jagya.
  3. Todos os Devatas, os deuses, praticam esses Kriyas. Aquele que pratica Kriya é um Devata.
  4. É preciso praticar Pranayama com muita seriedade e sinceramente.
  5. A prática de Kriya abre os Olhos da Sabedoria.
  6. O conhecimento de Brahma, o Eu fundamental, é atingido pela prática de Pranayama.
  7. A ignorância é automaticamente removida quando a prática de Kriya é perfeita.
  8. Pela prática de Pranayama, a ignorância é expulsa e o Conhecimento do Eu revela-se.
  9. Aquele que não vê Kutastha [o Eu interior entre as sobrancelhas] com a ajuda dos conselhos do Guru nesse corpo físico, é uma pessoa cega.
  10. Aquilo que salva da mente [respiração agitada], ou manasa, é chamado Mantra; aquilo que salva da anexação ao corpo é chamado Tantra.
  11. A transcendência do inalar e exalar é chamado Kebala Kumbhaka.
  12. A prática de Khecharimudra traz a vitória sobre os sentidos.
  13. Quando a língua é elevada, os sentidos são subjulgados.
  14. Se alguém alcança o estado estabilizado em Khecharimudra, então este alcança o estado de samadhi.
  15. Aquele que é bem-sucedido em Khechari é afortunado.
  16. OM é Luz radiante. Quando essa Luz espalha-se ao longo do corpo, tudo é visto; então, não há desejo de falar e olhar.
  17. O Ar [Respiração] é Deus.
  18. Quando alguém continua a refinar o açúcar mascavo, ele finalmente torna-se branco. Similarmente, a prática contínua de Kriya leva o Pranayama à perfeição.
  19. Se alguém move a respiração [pratica Pranayama] sempre, a respiração cessa e torna-se tranquila, sthira.
  20. O estado de Sthirattva, Tranquilidade, é chamado Ioga.
  21. Pratique Kriya pelo maior tempo possível, sentando em um asana, pelo menos uma vez ao dia.
  22. Se alguém golpear a porta com o ar reverso, então ela abrir-se-á. Isso é chamado japam reverso. [Isto é, tranquilizando apana, a respiração inquieta dos centros inferiores, elevando até o centro dorsal, e então se alguém golpear (fazendo Thokar) de acordo com o conselho, então a porta interior se abrirá].
  23. Tendo praticado Kriya, é necessário permanecer no equilíbrio Depois-do-Efeito de Kriya.
  24. Você receberá os resultados de acordo com a sua prática de Kriya.
  25. Se você sentir dor [durante a prática de Kriya] no corpo, então compreenda que a prática não está indo bem.
  26. O trabalho real é afinar a meditação na Vacuidade [no quinto elemento, éter] abandonando três nervos: ida, pingala e sushumna e os quatro elementos: kiti, apa, teja e marut, respectivamente, terra, água, fogo e ar.
  27. Quando a mente está tranquila, ela não deseja desnecessariamente. No estado além do desejo, uma pessoa não realiza trabalhos desnecessários.
  28. Quando alguém atingiu a Respiração tranquila, então, para este, o único trabalho que permanece é o de manter esse estado de tranquilidade sempre.
  29. É difícil expressar o estado quando a respiração se torna tranquila, Sthira.
  30. Quando a respiração está tranquila dia e noite, então, compreende-se o estado real de Rama Mantra.
  31. Quando a respiração está tranquila, ocorre o estado de Kumbhaka. Quando alguém vê a Si mesmo, chama-se Brahmajnana, “o Conhecimento de Brahma, o Eu último.”
  32. Não há necessidade de respirar. É um estado muito mais feliz; a tranquilidade está ali; isso é Brahma.
  33. Alguém se torna Brahma quando alguém torna-se livre do desejo [A vida meditativa de Lahiri Mahasaya com Kriya foi de 1861 até 1873. As seguintes datas são encontradas em seu livro de anotações:
  34. 13 de Maio, 1873 – Qualquer coisa que alguém quer fazer, este alguém pode fazer.
  35. 29 de Junho, 1873 – Eu entrei dentro [do Cordão Espinhal] um pouco.
  36. 16 de Julho, 1873 – Os sentidos perturbam hoje. Eu devo renunciar a todos os desejos e dissolver-me.
  37. Os sentidos são obstruções; Transcendê-los pela prática de Pranayama e dos Omkar Kriyas, hoje, eu tenho que dissolver perfeitamente. Esse é o único trabalho para mim.
  38. Não importa se a vida parte do corpo físico. Eu devo praticar Kriya com todo o meu coração.
  39. A prática de Kriya traz riqueza divina, isto é, Sthirattva, o estado de Tranquilidade.
  40. 13 de Agosto, 1873 – Agora, permaneça sempre em Kumbhaka. Essa é a forma de Mahadeva, Lord Shiva; a cabeça sempre pesada, os olhos atraídos para cima; esse estado não se quebra quando a inalação está completa; nesse momento, o silêncio é muito benéfico.
  41. Alguém pode ver todas as deidades se retirar a mente inquieta e tornar-se introspectivo em Kutastha.
  42. Eu vi Radhaki [a companheira de Krishna] na base do Som interior.
  43. O sol é Kali (a Deusa Kali), eu mesmo sou Kali. Pensando sobre Kali tornei-me Kali. Agora serei o pai de Kali, Brahma, o Eu fundamental.
  44. O sol é Kali (a Deusa Kali), e eu sou o que sou.
  45. 13 de Agosto, 1873 – Hoje tornei-me Mahapurusa, “o grande homem.”
  46. 17 de Agosto, 1873 – Eu sou Mahapurusa. No sol eu vi que eu mesmo sou Brahma, o Eu fundamental.
  47. 18 de Agosto, 1873 – O mundo revela-se a partir da minha forma. Eu mesmo sou o único Purusa, o Ser supremo.
  48. 18 de Agosto, 1873 – O mundo revela-se a partir da minha forma. Eu mesmo sou o único Purusa, o Eu; não há mais ninguém.
  49. 22 de Agosto, 1873 – Eu mesmo sou Adi Purusa Bhagavan, o primeiro Deus.
  50. 23 de Agosto, 1873 – Qualquer coisa que eu disser é Veda. Tenha certeza disso.
  51. Eu vi quatro Vedas, Brahma, Vishnu e Maheswar (Lord Shiva) dentro da Yoni [entre as sobrancelhas].
  52. Eu vi uma cor azul na luz; no azul eu vi um Ponto branco (Bindu); e no Ponto branco, eu vi um homem que se manifestava como um Hindu, um Inglês, etc.
  53. Eu vi milhares de Krishnas.
  54. Eu vi o mais grandioso Krishna.
  55. 24 de Agosto, 1873 – Eu próprio sou o Lord Krishna.
  56. 25 de Agosto, 1873 – Eu próprio sou a Aksara Purusa, o Ser eterno. [Pode ser mencionado aqui que cada ritmo da Consciência do investigador em processo de união com o Eu fundamental é um estado de deidade, ou devata, até que ele se una completamente na Unicidade com Brahma.]
  57. 3 de Outubro, 1873 – Eu sou o sol, o Mahadeva, a causa primeira.
  58. 12 de Novembro, 1873 – Eu próprio sou Mahapurusa Purusottam, “o grande Ego, o Ser supremo.”
  59. 15 de Agosto, 1874 – Não é possível alcançar Abhaya pada, “o estado sem temor” sem a ajuda de um Guru. É preciso manter a si mesmo na casa da Tranquilidade, sem a qual, ninguém pode alcançar Abhaya pada, a compreensão eterna do Eu fundamental.
  60. Minha forma está em tudo; não há ninguém exceto eu, e essa forma está no Vazio. Não há dia nem noite ali.
  61. Se você se refugiar em mim com fé verdadeira, então, eu virei até você. Como eu poderia me manter longe?
  62. Eu permaneço presente, perto de todos que praticam Kriya.
  63. Se você escrever em ordem reversa e vê-la num espelho, a escrita aparecerá direita. Similarmente, se você tornar a respiração do corpo reversa, então você verá Swarupa, a forma do seu ego.
  64. Dualismo é a raiz de todo o sofrimento.
  65. Inquietação é manifestação, e Sthirattva, Tranquilidade, é o Lord Shiva.
  66. Você mesmo não sabe o que te proporcionará o bem.
  67. Se o esforço é gerado nos lábios, garganta e dentes, pela prática de Pranayama, então, o conhecimento é chamado Bhakti, ou devoção.
  68. Qualquer coisa que alguém pensar no momento da morte, ela tornar-se-á isso em conformidade; da mesma forma, se você  se tornar Satchidananda no momento em que você deixar o corpo, então, você tornou-se a si mesmo, o Eu fundamental.
  69. Quem é Kabir? Ele é o sol, e ele é Brahma, eu mesmo. [Esses nomes são encontrados em seu livro de anotação].
  70. Em Satyayuga Lahiri Mahasaya nasceu como Satyasukrita, em tretayuga ele foi Munindra; em dwaparayuga Karunamaya; e em kaliyuga ele foi Kabir. Depois, ele tornou-se Shyama Charan.
  71. Se alguém meditar sempre em Deus, todos os seus outros trabalhos são cuidados pelo Próprio Deus.
  72. Se as pessoas querem partir, deixe-as partir; mas você deve permanecer firme em sua prática. Então, no final, você irá para a casa da Sthirattva, Tranquilidade.
  73. O movimento é chamado mundo.
  74. Aplicar o corpo, mente e discurso na ação é chamado Ahingsa [Não-violência].
  75. Os animais são encantados pela música; se o homem não é atraído pelo som de OM, então ele é um tolo.
  76. Para além dos cinco sentidos existe a mente, isso é respiração; para além da mente existe buddhi, que é bindu, ou um ponto [entre as sobrancelhas]; para além de bindu, Brahma, o Eu fundamental, está o Puro Vazio e Informe.
  77. A mulher destrói o homem. Não olhe para ela a qualquer custo. [O sol do ego, isto é, o som, é referido aqui como homem; e a jyoti, luz do ego, é referido aqui como mulher. Em outras palavras, não se interesse em interpretar a jyoti, ou desenvolver conexões com as visões internas; pois, sobretudo, as visões são secundárias e não a Realização interna.] [É o som, Om, ou Nada, que ajuda o investigador a ir além de bindu, fundindo-se com a Unicidade de Brahma, o Eu fundamental].
  78. Eu vi o puro Vazio, que é Brahma, o Eu fundamental. A mente deve ser dissolvida nele.
  79. A mente não deve ser feita externamente. Qual é o benefício se a mente e os olhos estão tranquilos, mas não o corpo? Hoje, a respiração não desapareceu, e vários vícios são gerados.
  80. Fundir-se na pura Vacuidade chama-se Samadhi.
  81. Para além de Purusottam, o Ser supremo, existe Brahma, o Eu fundamental.
  82. Sem ser niskama, isto é, totalmente desprendido, não há possibilidade de fundir-se em Brahma. [Quando o vidente destrói seu personagem de vidente e torna-se um com o Eu fundamental, então o dualismo dissolve-se].
  83. A vacuidade que está dentro da vacuidade chama-se grande Vacuidade, Brahma.
  84. Satyayuga é o equilíbrio Depois-do-Efeito de Kriya; tretayuga é o equilíbrio temporário Depois-do-Efeito de Kriya; dwaparayuga é a prática de Kriya; e quando alguém não a pratica, é kaliyuga para ele.
  85. Quando alguém transcende Basu, os desejos, ele se torna Deva, o Senhor; isto é, ele se torna Basudeva, ou Senhor Krishna.
  86. Alguém se torna Basudeva quando os basanas, os desejos, são transcendidos. Ele é o Senhor.
  87. Um mentiroso que não consegue manter sua palavra não é um bom homem; seu pai, isto é, seu Senhor também não é bom.
  88. A essência do Rama-mantra é colocar a língua em Talabya Kriya e continuar a ouvir o som de Om.
  89. Dentro desse corpo há outro corpo que é, de certa forma, negro.
  90. O conhecimento do Eu fundamental é o conhecimento da Unicidade através de si mesmo.
  91. Olhar para o meio da testa, acima do nariz e das sobrancelhas, é um pouco difícil; se alguém estabilizar-se nisso, este alcança o estado de Samadhi.
  92. Até Bhisma [avô de Kaurava e Pandava], isto é, o medo [na luz de Kriya Bhisma quer dizer do medo de praticar Kriya], receber três flechas, isto é, ida, pingala e sushumna em sua cabeça [unidas em Kutastha], nunca se torna Sthira, tranquilo; Todos devem praticar Kriya corajosamente.
  93. Ninguém é um pecador; ninguém é sagrado também; se a mente é colocada em Kutastha, então, não há pecado; de outra forma, se a mente está no exterior, existe pecado; em outras palavras, quando a mente não está em Kutastha, ela está em pecado.
  94. O velho pai [Babaji] é o Senhor Shiva.
  95. Eu vi Saptarsi, sete Iogues (Bhrigu, Atri, Angira, Marichi, Pulastya, Pulaha e Kratu); e quatro Manus (Sanaka, Sananda, Sanatan e Sanat Kumar).
  96. Todos os pecados são destruídos no equilíbrio Depois-do-Efeito de Kriya.
  97. Abidya, a ignorância, é o estado da mente exterior; Bidya, Conhecimento, é o equilíbrio Depois-do-Efeito de Kriya.
  98. Todos que praticam Pranayama verdadeiramente amam todos os seres.
  99. Devagar, devagar, todos as obras estão sendo feitas.
  100. As coisas mundanamente belas são venenosas. Se você as vê externamente, elas te atrairão; mas se você as vê internamente, então, elas são renunciadas. Isto é maya, ou inquietação.
  101. Deixe os outros irem como quiserem, mas você continue a praticar Kriya; Ela te proporcionará o bem; Você alcançará o estado de Tranquilidade, Sthirattva.
  102. Alguém pode dizer tudo quando a prática de Kriya continua espontaneamente nos seis centros.
  103. Ninguém é um pecador; a própria mente é uma pecadora quando ela se volta para fora, para longe de Kutastha.
  104. O Momento Tranquilo para além da respiração é Allah, isto é, a Casa da Tranquilidade.
  105. Brahma é Puro; Ele não deriva de nada; em outras palavras, Brahma é sempre Puro e Brahma nunca foi sentido anteriormente por ninguém. [Sentir algo somente é possível a partir do estado de dualismo. Mas se alguém tornar-se um com Brahma, esse alguém torna-se o próprio Brahma. Então, não há possibilidade de sentir Brahma. Como resultado, Brahma permanece sempre intocável, Puro].
  106. Não seja desocupado. Pratique Kriya. Não espere por conselho para praticar Kriya.
  107. Exauste a sua respiração ao praticar Kriya. Eventualmente a respiração será Sthira, Tranquila.
  108. Toda a realização é possível pela prática da Primeira Kriya. É necessário que a prática seja estritamente de acordo com as instruções recebidas por um Guru pessoalmente.

A referência à “Primeira Kriya”, no conselho número 108, quer dizer o Primeiro Passo, ou o arranjo inteiro que inclui o seguinte:

  1. Mahamudra
  2. Talabya Kriya ou Kecharimudra
  3. Navi Kriya
  4. Kriya número 1 (Alguns a chamam de a Própria Kriya)
  5. Yonimudra (não Jyotimudra como alguns propagam)

Essa é a definição de Primeira Kriya de acordo com Lahiri Mahasaya.

O leitor encontrará mais informações na Segunda Edição da Biografia de um Iogue, da Sanskit Classics – Obras completas de Swami Satyananda Volume 1 – Capítulo 14, Discurso sobre Kriya, páginas 461-469.

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