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Poesia Texto despretensioso

Elegia de um Mano

O mano é, sobretudo, um troll. Mas um mano tacado nasoropa é um deus. Por que bato a cabeça quando ela está com capacete? Copo cheio, vinho. Fumaça venenosa. Tava com o saco na lua, depois de toda baboseira essencialista, Aristóteles é o caralho! Um mano travestido de intelectualóide! É a parte que me coube! […]