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A filosofia nossa de cada dia Tradução

O Zen nas Artes, Alan Watts

         Felizmente é possível a nós não apenas ouvir sobre o Zen, mas também vê-lo. Desde que “um mostrar vale tanto quanto cem dizeres”, a expressão do Zen nas artes nos dá uma das maneiras mais diretas de entendê-lo. Ainda mais porque as formas de arte que o Zen criou não são simbólicas da mesma […]

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A filosofia nossa de cada dia Tradução

Za-Zen e o Koan, Alan Watts

Há um ditado no Zen que “a realização original é a maravilhosa prática” (Japonês, honsho myoshua). O significado é que nenhuma distinção deve ser feita entre a realização do despertar (satori) e a cultivação do Zen na meditação e ação. Considerando que se poderia supor que a prática do Zen é um meio para o […]

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Tradução

Sentando Quieto, Sem Fazer Nada, Alan Watts

Tanto na vida quanto na arte as culturas do Extremo Oriente não apreciam nada mais elevado do que a espontaneidade ou naturalidade (tzu-jan). Esse é o inconfundível tom de sinceridade marcando a ação que não é estudada ou forçada. Pois um homem soa como um sino quebrado quando pensa e age com uma mente fracionada […]

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A filosofia nossa de cada dia Tradução

Vazio e Maravilhoso, Alan Watts

As palavras de abertura do mais antigo poema Zen dizem que O Caminho [Tao] perfeito é sem dificuldade, Exceto que se nega a colher e escolher. Apenas quando você para de gostar e desgostar Tudo será claramente entendido. Uma singela diferença, E céu e a terra se separam! Se você quer alcançar a verdade simples, […]

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Tradução

O Surgimento e Desenvolvimento do Zen, Alan Watts

As qualidades que distinguem o Zen ou Ch’an de outros tipos de Budismo são elusivas quando se trata de colocá-las em palavras, ainda que o Zen tenha um “gênero” definido e inconfundível. Embora o nome Zen seja dhyana, ou meditação, outras escolas de Budismo enfatizam a meditação tanto quanto, talvez mais, que o Zen – […]

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A filosofia nossa de cada dia Tradução Yoga

O Budismo Mahayana, Alan Watts

Os ensinamentos de Buda eram um caminho de liberação, por consequência, não tinham outro objeto além da experiência do nirvana. O Buda não tentou iniciar um sistema filosófico consistente, tentando satisfazer àquela curiosidade intelectual sobre as coisas elementares que espera por respostas em palavras. Quando pressionado por essas respostas, quando questionado sobre a natureza do […]

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A filosofia nossa de cada dia Tradução

As Origens do Budismo, Alan Watts

          A civilização Chinesa tinha pelo menos dois mil anos de idade quando encontrou o Budismo pela primeira vez. Assim, a nova filosofia adentrou em uma cultura solidamente estabelecida na qual dificilmente tornar-se-ia aceitável sem consideráveis adaptações à mentalidade Chinesa, mesmo que houvessem algumas semelhanças entre o Taoismo e o Budismo, tão fortes que levantaram […]

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A filosofia nossa de cada dia

O Caminho Zen, Prefácio e Capítulo 1, Alan Watts

Prefácio             Durante os últimos vinte anos houve um aumento extraordinário de interesse no Zen Budismo. Desde a Segunda Guerra Mundial esse interesse cresceu tanto que parece ter se tornado uma força considerável no mundo intelectual e artístico do Ocidente. Isso está conectado, sem dúvida, com o entusiasmo difundido pela cultura Japonesa, que é um […]

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Tradução Yoga

Os Yoga Sutras de Patanjali – Tradução Narrativa

Introdução: Proposta diacrônica de leitura dos Yoga Sutras           Desde os primórdios da cultura Védica, no Rigveda, os quatro objetivos da vida Hindu são: Artha (busca por sucesso material), Kama (busca por sucesso no Amor), Dharma (cumprimento das leis) e Moksha (libertação ou redenção espiritual). Os Yoga Sutras de Patanjali, ao lado do Bhagavad Gita, […]

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Introdução à Vida e Morte do Rei João

            A Vida e Morte do Rei João é geralmente datada, com base no estilo, entre as duas tetralogias históricas de Shakespeare, talvez um pouco antes de Ricardo II, em 1594 ou 1595. Em estrutura e caracterização, ela é também transicional da primeira série episódica (Henrique VI até Ricardo III) até a mais firmemente organizada […]

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Tradução Yoga

Ioguiraj Sri Sri Lahiri Mahasaya e seus 108 Conselhos

O Jovem Sri Shyama Charan Lahiri A estabilidade de Lahiri Mahasaya na vida biológica iniciou-se no sétimo dia de Apar paksa, ou Quinzena Adicional, ou a Pitri paksa, a Quinzena Paternal do círculo lunar de 1221 Bangabda (Ano de Bengala) ao oitavo dia de Matri paksa, a Quinzena Maternal de 1288 Bangabda. De acordo com […]

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Tradução Yoga

Documento sobre a Kriya Ioga original de Sri Sri Lahiri Mahasaya, Ennio Nimis

A Kriya ensinada por Sri Mukherjee foi a melhor descoberta no campo da Kriya desde minha iniciação em Kriya em 1975 (Eu praticava as técnicas preliminares da minha linhagem desde 1973.)           Conversei com Sri Mukherjee através do Skype. Ele é uma boa pessoa, muito simpático e de coração aberto. Ele […]

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Introdução À Tempestade

            Shakespeare cria em A Tempestade um mundo de imaginação, um local de conflito e, em última análise, de rejuvenescimento mágico, como as florestas de Sonho de uma Noite de Verão e Como Quiserem. A jornada à ilha de Shakespeare é para um reino de arte, onde tudo é controlado pela figura do artista. Entretanto, […]

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Introdução a O Conto do Inverno

            O Conto do Inverno (cerca de 1609-1611), com sua divisão quase simétrica em duas metades, de tragédia sombria e romance cômico, ilustra, talvez, mais claramente que qualquer outra peça Shakespeariana, o gênero da tragicomédia. De fato, todos os romances tardios apresentam jornadas de separação, mortes aparentes e chorosas reconciliações. Marina e Thaísa em Péricles, […]

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Introdução a Cimbelino

            A notável combinação, em Cimbelino, de uma narrativa romântica com uma história quase real, nos encoraja à pensarmos na peça como uma fantasia genealógica sobre as origens britânicas. Ao escolher como cenário uma Bretanha antiga, a peça busca por uma identidade nacional através de uma redescoberta da história nacional. Para ser verdadeiramente bretã, a […]

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Introdução a Péricles

                Péricles é uma peça enganosamente simples. Apesar de ter sido popular em seu próprio tempo e, nos últimos anos, ter-se mostrada um sucesso profundamente tocante no palco, a peça pode parecer ingênua e trivial na página impressa. Sua aparente falta de profundidade parece especialmente surpreendente quando nós a comparamos com suas contemporâneas, Rei Lear, […]

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Introdução a Coriolano

            Coriolano pode ser a última tragédia de Shakespeare. Mesmo que a evidência externa de sua data real seja escassa, o estilo sugere um momento por volta de 1608. Se assim o é, a palavra final de Shakespeare sobre o destino trágico da humanidade é desiludida, irônica, quase anticlimática, similar a suas tragédias Romanas e […]

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Introdução a Antônio e Cleópatra

            Shakespeare provavelmente escreveu Antônio e Cleópatra em 1606 ou 1607; ela foi registrada para a publicação em 20 de Maio de 1608, e aparentemente influenciou uma revisão de Cleopatra de Samuel Daniel que foi publicada “novamente alterada” em 1607. Antônio e Cleópatra foi, assim, aproximadamente contemporânea de Rei Lear e Macbeth. Entretanto o contraste […]

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Introdução a Macbeth

            Macbeth é, aparentemente, a última das quatro grandes tragédias Shakespearianas – Hamlet (cerca de 1599-1601), Otelo (cerca de 1603-1604), Rei Lear (1605-1606) e Macbeth (cerca de 1606-1607) – que examinam as dimensões do mal espiritual, diferentemente do conflito político das tragédias Romanas tais como Júlio César, Antônio e Cleópatra e Coriolano. Se Shakespeare teve […]

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Introdução a Rei Lear

            Em Rei Lear Shakespeare eleva ao limite a hipótese de um universo maligno ou indiferente no qual a vida humana é insignificante e brutal. Poucas peças exceto Hamlet e Macbeth aproximam-se de Rei Lear ao evocar a desventura da existência humana, e mesmo elas não podem disputar com o espetáculo devastador do Conde de Gloucester […]