101 Histórias Zen, A Carne e os Ossos do Zen, Paul Reps e Nyogen Senzaki

Tradução de 101 Zen Stories, contido em A Carne e os Ossos do Zen (Zen Flesh, Zen Bones) compilado por Paul Reps e Nyogen Senzaki. Tradução do inglês para o português por Albecy Cavalari, revisão de Rafael Blanco.   Prefácio   Este livro inclui quatro livros:             101 Histórias Zen foi publicado... Continuar Lendo →

Centralização – Vigyan Bhairav Tantra

Tradução de Centering, contido em A Carne e os Ossos do Zen (Zen Flesh, Zen Bones) compilado por Paul Reps e Nyogen Senzaki. Tradução do inglês para o português por Albecy Cavalari, revisão de Rafael Blanco. O Zen não é nada novo, nem algo velho. Muito tempo antes de Buda nascer a busca já existia... Continuar Lendo →

Os Yoga Sutras de Patanjali – Tradução Narrativa

Introdução: Proposta diacrônica de leitura dos Yoga Sutras           Desde os primórdios da cultura Védica, no Rigveda, os quatro objetivos da vida Hindu são: Artha - busca por sucesso material, Kama - busca por sucesso no Amor, Dharma - cumprimento das leis e Moksha - libertação ou redenção espiritual. Os Yoga Sutras de Patanjali, ao... Continuar Lendo →

Introdução à Vida e Morte do Rei João

            A Vida e Morte do Rei João é geralmente datada, com base no estilo, entre as duas tetralogias históricas de Shakespeare, talvez um pouco antes de Ricardo II, em 1594 ou 1595. Em estrutura e caracterização, ela é também transicional da primeira série episódica (Henrique VI até Ricardo III) até a mais firmemente organizada... Continuar Lendo →

Introdução À Tempestade

            Shakespeare cria em A Tempestade um mundo de imaginação, um local de conflito e, em última análise, de rejuvenescimento mágico, como as florestas de Sonho de uma Noite de Verão e Como Quiserem. A jornada à ilha de Shakespeare é para um reino de arte, onde tudo é controlado pela figura do artista. Entretanto,... Continuar Lendo →

Introdução a O Conto do Inverno

            O Conto do Inverno (cerca de 1609-1611), com sua divisão quase simétrica em duas metades, de tragédia sombria e romance cômico, ilustra, talvez, mais claramente que qualquer outra peça Shakespeariana, o gênero da tragicomédia. De fato, todos os romances tardios apresentam jornadas de separação, mortes aparentes e chorosas reconciliações. Marina e Thaísa em Péricles,... Continuar Lendo →

Introdução a Cimbelino

            A notável combinação, em Cimbelino, de uma narrativa romântica com uma história quase real, nos encoraja à pensarmos na peça como uma fantasia genealógica sobre as origens britânicas. Ao escolher como cenário uma Bretanha antiga, a peça busca por uma identidade nacional através de uma redescoberta da história nacional. Para ser verdadeiramente bretã, a... Continuar Lendo →

Introdução a Péricles

                Péricles é uma peça enganosamente simples. Apesar de ter sido popular em seu próprio tempo e, nos últimos anos, ter-se mostrada um sucesso profundamente tocante no palco, a peça pode parecer ingênua e trivial na página impressa. Sua aparente falta de profundidade parece especialmente surpreendente quando nós a comparamos com suas contemporâneas, Rei Lear,... Continuar Lendo →

Introdução a Coriolano

            Coriolano pode ser a última tragédia de Shakespeare. Mesmo que a evidência externa de sua data real seja escassa, o estilo sugere um momento por volta de 1608. Se assim o é, a palavra final de Shakespeare sobre o destino trágico da humanidade é desiludida, irônica, quase anticlimática, similar a suas tragédias Romanas e... Continuar Lendo →

Introdução a Antônio e Cleópatra

            Shakespeare provavelmente escreveu Antônio e Cleópatra em 1606 ou 1607; ela foi registrada para a publicação em 20 de Maio de 1608, e aparentemente influenciou uma revisão de Cleopatra de Samuel Daniel que foi publicada “novamente alterada” em 1607. Antônio e Cleópatra foi, assim, aproximadamente contemporânea de Rei Lear e Macbeth. Entretanto o contraste... Continuar Lendo →

Introdução a Macbeth

            Macbeth é, aparentemente, a última das quatro grandes tragédias Shakespearianas - Hamlet (cerca de 1599-1601), Otelo (cerca de 1603-1604), Rei Lear (1605-1606) e Macbeth (cerca de 1606-1607) - que examinam as dimensões do mal espiritual, diferentemente do conflito político das tragédias Romanas tais como Júlio César, Antônio e Cleópatra e Coriolano. Se Shakespeare teve... Continuar Lendo →

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