Seu Alfredo a revirar as latas das emoções contidas numa esquina

Viver é uma mão a tecer Um fio dourado num tear Contínuo cometa a esquecer Para cada vez mais lembrar   Seu Alfredo a esquadrinhar às arestas da multitude Uma mina que jorra o tesouro úmido ancestral A distribuir às máscaras à carente juventude Apenas outro homem que só não quer ser igual   Ancião... Continuar Lendo →

Nas crateras da mineração de Seu Alfredo revelam-se mundos oníricos

          Com mais ou menos quinze anos, Seu Alfredo, ao percorrer os túneis esburacados da montanha desmoronada de si mesmo, descobriu um lugar festivo, de fauna e flora completamente peculiares.  Sempre que a dureza da materialidade das coisas, ou a inconstância contida no olhar cansado de alguém lhe constrangia, Seu Alfredo voltava-se sorrateiro para esse Jardim... Continuar Lendo →

A mitologia de um pipeiro

          Havia uma guerra generalizada no céu de onde eu vim. Os meses de julho e os finais de ano - meses em que a escola formal abria alas para a Universidade das ruas - agitavam seus ventos para o desfile da criançada olhando para cima. A vareta, a linha, o... Continuar Lendo →

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