That´s me? Tomahawk?

Chegou um momento na vida em que vi meus vícios através do meu próprio cristalino. O jogo, os jogos, eles estão encravados ao que sou. Esse texto de 28/05/2012 foi submetido num fórum de Ultima Online, da minha clã liderada por alemães: World Save Failed. Sinto falta deles. Ele detalha alguma coisa do projeto de mim mesmo da época. O mim mesmo de hoje (02/2014) não é tão diferente daquele. Ele ainda conta com a ficção e só com ela. Nesse universo absurdo que é a mente de um leitor, mozaico da respiração humana de outrora, de outrém, debato-me por resquícios de mim mesmo. Talvez, ao submergir desse mar profundo por demais daquilo que li, posso respirar por momentos o ar outonal tão terno do presente histórico. Enquanto isso não ocorre, continuo a 500 anos de distância dos meus, metido num teatro da Inglaterra elisabetana. É tão boa a sensação de ser espectador passivo do palco grandioso e criativo demais da mente humana, que desfila só para quem quer realmente ver. Tomahawk foi o codinome que adotei durante a maior parte do meu ser virtual. De alguma forma, a machadinha de índio da infância, que simbolizava a resistência da cultura aborígene contra o domínio branco, foi desvirtuada ao nomear um instrumento que leva guerra, um míssel transcontinental americano. Ironia da vida? Sim, deixe estar. Ela é tão irônica. Tão cheia de risos por todos os lados. Fica aqui então mais um dos registros do que fui, daquilo que fiz com o passado, sentado na cadeira privilegiada da história desse grande e louco mundo:

I´m totally a product of a world of dreams. Don´t misunderstand me. My dreams. But my dreams – and I disgust this a lot – are not mine. They are chaotic assimilated by the force of the fiction. I´m immerse in a world of fiction. Everytime in my mind, Dom Quixote kills Falstaff that says bad words to Hamlet. Walt Whitman takes control of my psyche in a second. They are the instruments i´ve found to win – against time. But Shakespeare is the Amazonic Forest of my dreams. The exuberance of his intricate worlds facinates me most. But I´m so sad that he comes first in history…Why? Why he dictates the fiction of my world and not the contrary? This destroy my soul. In the run against time, I want so much all the shields i´ve found in the long way to home. I know that they are not sufficient. The stage of my mind is nourished by the imaginatives innovations. I want all of them, like a panteist. Yes. I´m addicted. My virtue turns to a vicious. I´m totally trapped in the universe of my hardly coherent world. —– Now talk a bit serious?!

I´m Rafael Antonio Blanco, 27 years old. Born and raised in São Carlos, almost the geographic center of São Paulo´s state, Brazil. I´m undergratuated in philosophy at University of São Paulo and studied for a Master at University of Coimbra, Portugal. Today I´ve turned a professor of philosophy to teenagers in my city. Nowadays I followed the latim principle: Aureas Mediocritas. Not too high, not too low: the middle.

Feel free to talk to me in game.

The Gods blesses you.

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