Poesia ligeira

Contemplo a “mim mesmo” (?) em imagens herdadas – com sorte forjadas, que engendra um cristalino contra o “mundo”. Para ser capaz de me ver como personagem dramático, como artífice estético, preciso erigir e suportar o maior escudo humano levantado contra o tempo: a ficção! Todas. Porque tenho pseudópodes inveterados, que fagocitam tanto, que se aniquilam, os bestas.

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