Derradeira Derridiana

Escrevo como quem se esconde. Esconde suas palavras. Palavras que fluem como torrente! Torrente de sentimentos encapsulados. Encapsulados em torres de marfins muito altas. Altas são as pretensões. Pretensões que desvanecem. Desvanecem as memórias. Memórias construídas na experiência? Experiência finita, ou não. Não saber a essência. Essência confortada em braços humanos. Humanos que podem dizer, ou desdizer ou não dizer. Dizer as coisas. Coisas capturadas em fórmulas matemáticas. Matemáticas de sola de sapatos, que deixa sua impressão no chão, mas que permanece sola. Só há a mim no meu mundo do outro. No entanto há tantos lás. Ah o acesso ao lá, Lá la la la. Mais um capítulo duma história milenar, represento? Ou contiguidade de todos os antepassados, digo, as raças que legaram a mim a sequência DNAdesca? Conjunção de toda a infância, o presente e o futuro serei esse o eu que gagueja eu? Serás ti, que lê não a mim mas a essas linhas, encerrado tantas léguas daqui? [talvez continue, se assim me apetecer]

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