Tributo ao non-sense?

 

Tomando banho;

pendendo de um lado a outro;

degladiando holografias de alteridades,

franzindo a testa em revolta,

disparando sistemas metafísicos inteiros contra a concretude(?) das coisas,

manipulando geneticamente as certezas,

consumindo a disposição finita para a subversão,

cedendo absorto ao caos mental,

transfigurando a imagem e as dores,

eis mais um dia normal de algo que se manifesta por um mim.

Aquele que acorda sim pensar na cibernética sim amado vagabundo sim

buscando fiéis culturais não vivendo talvez ao patinar no gelo do que é dado sim. Armando prosódias particulares falhadas,

invadindo insultos oraculares olhares através de mundos sublunares de átomos que rastejam profícuos.

Inimigos da contiguidade pacífica do tudo.

Desnudo a falta de horizontes numa lagoa reluzente.

Jurei amores naufragados aos pássaros que circundam quase toda a vida.

Vis-à-vis espelho súbito aumento temperatura produzindo profusões coloridas rubecidas de vasos sanguíneos dilatados ou não de olhos estigmatizados de matéria incognoscível atingida, tingida de medo fúria.

Novas orlas de mariscos pontiagudos tateio machucam cortam sangram reafirmando mútuo pertencimento fingimos estar.

Pacha Mama da trivialidade do arfar um ar não tão limpo.

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