Caibro não

Nações nada unidas de meus guetos cerebrais
Whitman branco de laptops acessados remotamente
Mouse transviado em muleta cartesiana
Psicologismo dramático davidsoniano
Horror de telepatias asmáticas violetas
Filosofias de amores paulistanos
Copa de Mundos outros do bairro
Youtube com infinitos usuários muito loucos
Sexo falhado no maior êxtase
Rimbaud da minha adolescência inocente
Saramago de portugais imaginários
Sonhos que perturbam minha vigília
Arquétipos de tipos arqueológicos
Lógica da criatividade limitada
Welcome back in minha casa!
Saudade de cães lobotomizados rumo ao psicopompismo
Manteiga de cabelos hunos penteados
Moeda real de brasis idílicos
Serra as amarras dilma jaula robótica
Palo santo de entidades noturnas
Açúcar que amarga bytes iônicos
Ontologia da minha inexistência
Pau mole vermelho da fogueira
Futebol às avessas da cama
Sabedoria do rechaço, da indiferença, inédita
Cheiros de vômitos gostosos
Ronaldo gordo da poesia
Atacante mãe de leites e ninhos
Quimeras áureas de sabiás que não cantam
Subversão da sobre-versão do super verso versificado fincado nos incas
Pendão da esperança que não chega
Óia, espia, mira, para, senta, deita, dorme, sonha que óia, espia, mira, para, senta, deite, dorme, sonha que é verde-negro acinzentado de amarelo vinho.
Mas coerência, cadê?
Pra que, vamo vê.
Novinha, mexe comigo, que teu umbigo desabrocha na rocha.
Óxe, bichinho, amigo, Friend of mine but not much.
Monte castelos ou em cavalos apenas para passear.
Sem rumo, mas com seta. Que aponta pro norte boreal.
Waking of all the lifes do sertão
Romancero gitano da américa do atlas da estante
Cânhamo absorvido ou palha de cigarro
Enfadonhiçe heim ! Quer teclar comigo?
BBS do meu chat, MSN da árvore da esquina, IRC do céu !
Mas que bobagem !
Prefere-se outra coisa. Isso, sem sujeito. Pra merda com aquilo. Prefere-se emutecer
Tá bom, já que uai é uai.
Mas não prefere-se uma ova
Prefiro gozar do que gozarem-me, prefiro pensar em ovos de codorna do que de ganso.
O ganso prefere a codorna do pensar em gozar de mim que nunca viajei para a Patagônia!
Goethe, Goethe absolve a natureza !
Gotas que caem! Por que não se cansam?
A minha civilization não é a mais poderosa É só mais uma, mais duas.
Três, dois, um, valendo.
Valha-me Deus que é o início da mpbzinha fofa. Não! Hoje não vai !
Hoje os objetos não vão esbarrar em nenhum eu que os intermedia. Vá pro inferno vuvuzelante com esse aí ! Je ne suis pais un je, cassete !
Tinha te dito folha muda !
Não pense que para te dizer tenho que falar de mim!
Xadrez amosaicado de arco-íris é qualquer eu. Ue, Ue, Ue, Ha, há, há, o eu invertido.
Faço qualquer coisa com ele porque não sei quem faz.
Nossa senhora, meu parágrafo inútil vai acabar, não vai caber mais aqui nenhuma das coisas que necessito te dizer. Alors, arretez-vous!
Arredo o pé daqui então! Pois não caibo mais, não há espaço para mim nesse mundo, por isso, só por isso, vou ter que dizer adeus.
Simples como ser a última linha duma folha qualquer.

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